O Lagar

“A cultura da oliveira tem uma grande relevância na economia da freguesia, apesar de muitas oliveiras terem desaparecido com o avanço dos pinhais e das plantações de eucaliptos, mas também com a falta de mão-de-obra e impossibilidade de mecanização devido ao acidentado do terreno.

A apanha da azeitona é feita em pleno Inverno, em dias de gelo e de nortada, estendendo-se de novembro até janeiro. A colheita processa-se por “ripar” e “varejar” manual e com o uso de cambos, joeiras ou cirandas (epécie de peneiras para separar o fruto das folhas, mas atualmente já existem máquinas), sacos e panais que se colocam sob as árvores.

A freguesia ocupa o 1.º Lugar no concelho, na produção de azeite, desconhecendo-se a data de criação dos primeiros lagares. O azeite é finíssimo e muito apreciado desde longa data.

A aldeia atualmente, possui um moderno Lagar Cooperativo, com uma receção média anual de 300 toneladas de azeitona, produzindo cerca de 50.000 litros de azeite.

O azeite aqui produzido pela “Cooperativa Agricola de Alvito da Beira – C.R.L.” é frutado e de excelente qualidade.”

Fonte: Livro: Memórias do Alvito da Beira; Revisitar as raízes, os costumes, e a formosura dos afetos de Luisete Ribeiro Pinho Silva e Cunha


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Fotos de Daniel Serrano

Praia Fluvial

A praia fluvial foi uma mais valia para a terra. É um ponto de encontro e convívio entre conterrâneos e visitantes.

Esta praia foi inaugurada em 2007, situa-se num pequeno vale, junto à entrada da povoação que dá o nome à ribeira. A praia é apoiada por um bar em funcionamento nos meses de verão.


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Foto de Lina Gonçalves

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Foto de Tiago Grácio
Fonte: Livro: Memórias do Alvito da Beira; Revisitar as raízes, os costumes, e a formosura dos afetos de Luisete Ribeiro Pinho Silva e Cunha